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Porto Alegre, terça-feira, 12 de junho de 2007 |
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| Ditadura empregou guerrilheiros |
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"Um dos expoentes do primeiro escalão do regime militar, o ex-ministro e ex-senador Jarbas Passarinho joga luzes num dos maiores mistérios envolvendo esquerda e direita nos chamados anos de chumbo. Em entrevista ao Jornal do Brasil, Passarinho revela detalhes que reforçam a suspeita de que ainda estão vivos alguns guerrilheiros do Araguaia que hoje - 32 anos depois do fim do conflito - freqüentam todas as listas de desaparecidos políticos." Leia alguns trechos da entrevista concedida ao jornalista Vasconcelos Quadros, em www.felipevieira.com.br. A íntegra está na edição desta terça-feira, 12.06, do Jornal do Brasil.
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Diretor-executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo defende a Lei de Licitações. "Combate à corrupção exige novo código penal"; por Vandson Lima/Valor Econômico |
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Se um agente público recebe cheque de uma empresa, deposita-o em sua conta pessoal e depois o órgão em que está lotado assina um contrato com essa empresa o crime de corrupção não está provado. Para isso, seria preciso provar a intenção de corromper. Cláudio Weber Abramo, diretor-executivo da Transparência Brasil, organização dedicada ao combate à corrupção, credita a esse capítulo do Código Penal uma das principais lacunas da legislação brasileira no combate à corrupção. "É preciso reformar o Código de Processo Penal e tipificar os crimes por suas evidências materiais", diz.
Aos 63 anos, boa parte dos quais dedicados ao jornalismo, Abramo não poupa a imprensa - pela displicência na fiscalização do poder local, hoje responsável pela execução do orçamento público -, defende a Lei de Licitações brasileira ("uma das melhores do mundo") e diz que um dos poucos avanços no combate à corrupção é a Controladoria-Geral da União (CGU), criada no governo Fernando Henrique Cardoso e fortalecida no governo Luiz Inácio Lula da Silva. A seguir, a entrevista concedida ao Valor: |
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